Pesquisadores da Universidade de São Paulo estudam o uso de uma marca d’água invisível para identificar textos produzidos por inteligência artificial.
A proposta busca inserir sinais detectáveis no conteúdo sem alterar perceptivelmente a leitura, criando uma camada adicional de rastreabilidade.
Técnicas desse tipo ainda precisam lidar com desafios como edição, paráfrase e interoperabilidade entre diferentes sistemas, mas podem contribuir para a transparência no uso de IA.